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MINICURSOS

Data: 10/11/2016 Hora: 14h00 às 18h00 Local: Sala 01 Ementa: O minicurso abordará os movimentos de luta e resistência aos projetos de intervenção do Estado nos vales férteis do semiárido durante as últimas quatro décadas, objetivando a instalação nesses territórios de uma agricultura moderna, direcionada para a produção de commodities agrícolas. Os propósitos da discussão são: focalizar o reordenamento do território pela lógica do agrohidronegócio; analisar as disputas por terra e água, envolvendo comunidades camponesas, Estado e empresas agrícolas e compreender as políticas agrárias e agrícolas do Estado brasileiro; conhecer as múltiplas dimensões desses projetos e os seus significados para a reprodução social camponesa. No interior dessas políticas, as lutas das comunidades camponesas por terra e água assume uma nova configuração em face da implantação autoritária de projetos hídricos – a construção de grandes barragens – que se ancoram no discurso da necessidade de armazenamento e controle da água no semiárido para prover o “desenvolvimento” dessas regiões, ao passo que expropria os/as camponeses/as de suas terras e águas de trabalho. Na trajetória do debate, pretendemos apontar a transposição do São Francisco como coroamento dessas políticas para o semiárido, visando garantia hídrica para o projeto de globalização agrícola em curso.

Carga Horária: 04h

Vagas Disponíveis: 2

Data: 10/11/2016 Hora: 14h00 às 18h00 Local: Sala 02 Ementa: O minicurso tratará sobre o Vale do Submédio do São Francisco, região vitivinícola brasileira, que aparece como uma das pioneiras na produção de uvas e vinhos em condições tropicais. Essa área de produção está localizada entre os paralelos 8-9º do hemisfério Sul, no nordeste do Brasil, em uma região de clima tropical semiárida, com temperatura média anual de 26ºC, elevados índices de insolação e água abundante para a irrigação. Nesse contexto, serão abordados temas diversos sobre a tecnologia de manejo da videira, tecnologia de elaboração de vinhos e espumantes, o sucesso dos espumantes nordestinos, certificação dos vinhos comerciais, trabalhos científicos envolvendo a caracterização analítica e sensorial dos vinhos tropicais, produção de sucos e uvas de mesa, mercado consumidor e tendências.

Carga Horária: 04h

Vagas Disponíveis: 1

Data: 10/11/2016 Hora: 14h00 às 18h00 Local: Sala 03 Ementa: O estudo de solos no Brasil e no mundo vem crescendo nas últimas décadas, em decorrência do entendimento de que se trata de um componente fundamental dos ecossistemas terrestres, sendo responsável por cerca de 1/4 da biodiversidade global. É o principal substrato utilizado pelas plantas para o seu crescimento e disseminação e, por conseguinte, para toda a fauna e flora componente da cadeia trófica. Além de fornecer às raízes o suporte para sua fixação, ele provém a reciclagem de água, oxigênio, e estoque de nutrientes e Carbono. O solo também funciona como regulador da distribuição, armazenamento, escoamento e infiltração da água da chuva e de irrigação; armazenador e compartimento ativo na ciclagem de nutrientes para as plantas e outros organismos; filtro de poluentes, e proteção da qualidade da água, dentre outras importantes funções. Outros usos do solo se referem às atividades humanas, como fonte de matéria-prima ou substrato para obras civis, cerâmica, artesanato, condutores, etc. Mas o solo também é passível de ser degradado em decorrência do seu uso inadequado, gerando impactos sucessivos em toda a cadeia de vida do planeta, diminuindo drasticamente a qualidade de vida nos ecossistemas. Por nos rodear em todas as partes, tendemos a negligenciar seu importante papel para a vida de um modo geral; é um recurso natural não renovável em nosso tempo de vida, uma vez que 1 cm de solo se forma em um período que vai de 100 a 1.000 anos. Este mesmo 1 centímetro pode ser destruído, por diversos fatores, em espaço de tempo entre 1 e 10 anos. Portanto é fundamental entender esse importante elemento para a vida das espécies do planeta, partindo de abordagem em macro-escala até as partículas identificadas através de técnicas de espectros de energia, que ultrapassam os limites de detecção da faixa do visível. Sem pretender esgotar tão abrangente temática, o presente minicurso destina-se a trazer elementos de análise que permitam ao participante entender os princípios que norteiam as técnicas microscópicas, bem como trazer elementos de análise adotados por diversos pesquisadores em estudos no âmbito da Ciência do Solo.

Carga Horária: 04h

Vagas Disponíveis: 2

Data: 10/11/2016 Hora: 14h00 às 18h00 Local: Sala 04 Ementa: Histórico e atualização do Novo Código Florestal (Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012). Bases e fundamentos do CONAMA, abordagens gerais sobre os conceitos de Leis, Decretos, Resolução, Medidas provisórias e Portarias que envolvem direta ou indiretamente o uso de recursos naturais. Legislação ambiental vigente. Conceitos de Área de Preservação Permanente (APP), Área de Uso Restrito (AUR) e Reserva Legal (RL) e suas mudanças com o Novo Código Florestal. Cadastro Ambiental Rural (CAR) e Plano de Recuperação Ambiental (PRA). Impactos ambientais. Métodos de avaliação de impactos ambientais. Procedimentos para elaboração de EIA e RIMA.

Carga Horária: 04h

Vagas Disponíveis: 2

Data: 10/11/2016 Hora: 14h00 às 18h00 Local: Sala 05 Ementa: O semiárido brasileiro foi espaço de intenso processo de ocupação colonial que teve como principal empreendimento a atividade da pecuária, palco de conflitos intensos com as diversas populações indígenas que habitavam essa região, principalmente a área de abrangência do Rio São Francisco. Essa região também denominada sertão nordestino possui atualmente, um quantitativo expressivo de grupos étnico-raciais, especialmente, indígenas, quilombolas e ciganas. Após um longo período de Ditadura Militar no Brasil, a década de 1980 foi um momento político favorável ao fortalecimento dos diversos movimentos sociais, visibilizando demandas desses grupos étnico-raciais que historicamente foram silenciadas ou negadas. Sobretudo as populações negra e indígena, reivindicavam o reconhecimento e o respeito às suas identidades étnico-raciais. Principalmente a partir da Constituição Federal de 1988, a população indígena conquistou o direito à terra, à ampliação do acesso à educação formal específica e diferenciada, como também às políticas públicas de saúde e proteção às suas expressões socioculturais No caso da população cigana, a legislação brasileira pouco avançou no que diz respeito aos direitos fundamentais e sociais. Por vezes a maioria desses grupos na região semiárida do nordeste permanece morando nas periferias das cidades, diluída na população de baixa renda, passando despercebida, quase invisível na sociedade. A proposta dessa oficina se insere no contexto dos debates acerca dos discursos e imagens sobre as referidas “minorias” étnico-raciais na região semiárida. Temos como objetivo principal propor reflexões a respeito das identidades étnicas, especialmente de quilombolas, indígenas e ciganas, relacionadas às questões socioambientais. Nesse propósito, nossos procedimentos metodológicos se pautarão pela exposição oral, exibição de vídeos/documentários e debates, buscando contribuir para a compreensão sobre as reconfigurações socioculturais desses grupos inseridos nas relações com a sociedade envolvente.

Carga Horária: 04h

Vagas Disponíveis: 2

Data: 10/11/2016 Hora: 14h00 às 18h00 Local: Sala 06 Ementa: Conhecer e reconhecer a diversidade de processos sociais e ecológicos no Semiárido como estratégias para ampliar a resistência e resiliência dos agroecossistemas.

Carga Horária: 04h

Vagas Disponíveis: 2

Data: 10/11/2016 Hora: 14h00 às 18h00 Local: Sala 07 Ementa: A produção animal no Semiárido é dependente da oferta de forragem em quantidade e qualidade dentro das estações climáticas que são definidas basicamente como estação seca e estação chuvosa. Mesmo durante a estação chuvosa ocorre déficit hídrico em períodos de veranicos, enquanto que na estação seca do ano, o déficit hídrico é contínuo. Com base no exposto, é necessário conhecer e explorar racionalmente as forrageiras que apresentam características xerofílicas, ou seja, que são capazes de completar seu ciclo fenológico frente ao déficit hídrico. Essas forrageiras xerófilas tanto podem ser perenes quanto anuais, podem ocorrer naturalmente como podem ser introduzidas de outros ambientes semiáridos e se adaptarem ao Semiárido brasileiro. Portanto, é fundamental conhecer a diversidade bem como as características que conferem adaptação dessas plantas ao Semiárido Brasileiro, o seu potencial produtivo e seu valor nutricional, também entender a melhor forma de conservação dessas forrageiras para otimizar seu uso durante as estações secas.

Carga Horária: 04h

Vagas Disponíveis: 2

Data: 10/11/2016 Hora: 14h00 às 18h00 Local: Sala 08 Ementa: Partindo do entendimento de que a imagem é um forte agente facilitador de comunicação e que a fotografia é um meio eficaz e instantâneo de registro visual, buscamos utilizá-la como ferramenta para comunicar O e PARA O Semiárido brasileiro, na perspectiva da popularização de ciência e tecnologia. Os meios de comunicação de massa do Brasil possuem uma dívida imensa com esta região, devido a história de invisibilidade midiática e negação de sua identidade social, política e cultural. As imagens construídas pela mídia sempre foram de um local inóspito, permeando os noticiários, minisséries e telenovelas. O Semiárido possui riquezas, diversidades e saberes nos seus mais variados aspectos e é indispensável aliar suas potencialidades a uma nova estética visual que comunique a realidade desse povo.

Carga Horária: 04h

Vagas Disponíveis: 11

Data: 10/11/2016 Hora: 14h00 às 18h00 Local: Sala 09 Ementa: Este minicurso propõe discutir sobre as múltiplas perspectivas do semiárido como espaço de vivência e experiência dos sujeitos do campo e da cidade, notabilizando os conflitos/confrontos que envolvem os modos de viver nesta espacialidade. Nossa proposta é a partir dos recursos das imagens fotográficas, documentários, textos literários e narrativas orais, construir uma cartografia social, política e cultural que norteia a diversidade do semiárido e suas territorialidade.

Carga Horária: 04h

Vagas Disponíveis: 2

Data: 11/10/2016 Hora: 14h00 às 18h00 Local: Sala 01 Ementa: A proposta do minicurso é discutir a relação ciência-público a partir de três questões fundamentais: uma compreensão de ciência "tal qual se faz" na contemporaneidade; uma leitura das formas de comunicação da ciência nos espaços formais e não formais; e uma discussão crítica sobre a relação ciência-sociedade, tomando chave de leitura o conceito de apropriação social da ciência, da tecnologia e da inovação. O curso se guiará pelos enfoques CTS (Estudos Sociais da Ciência e da Tecnologia) e pela Utopia do bem viver no Semiárido Nordestino.

Carga Horária: 04h

Vagas Disponíveis: 0

Data: 11/10/2016 Hora: 14h00 às 18h00 Local: Sala 02 Ementa: Educação contextualizada e a proposição política e pedagógica no contexto do Semiárido Brasileiro. Textos e contextos dos materiais didáticos e paradidáticos. Políticas de acesso ao livro didático e materiais paradidáticos. A produção, a viabilidade e o acesso de materiais didáticos e paradidáticos contextualizados com o Semiárido. Conhecendo o Semiárido I e II e outras literaturas contextualizadas.

Carga Horária: 04h

Vagas Disponíveis: 14

Data: 11/11/2016 Hora: 14h00 às 18h00 Local: Sala 03 Ementa: Apresentar as principais causas e consequências da contaminação das águas na região semiárida; Identificar alguns dos contaminantes emergentes para região semiárida como estudo de caso; Descrever a importância do gerenciamento ambiental para as atividades ligadas ao comércio de produtos tóxicos como o caso dos derivados de petróleo; Identificar as principais técnicas utilizadas no processo de investigação do passivo ambiental; Descrever algumas técnicas de remediação do solo e água subterrânea.

Carga Horária: 04h

Vagas Disponíveis: 2

Data: 11/11/2016 Hora: 14h00 às 18h00 Local: Sala 04 Ementa: 1 – Histórico: da Política de Açudagem às Transposições 2 – Tipologia dos Conflitos: 2.1. Irrigação X Abastecimento público 2.2. Mineração X Agricultura 3 – O Programa do Carro Pipa e os conflitos hidroterritoriais 4 – Os perímetros irrigados, o hidroagronegócio e a agricultura familiar 5 – As Grandes Intervenções Hídricas X Tecnologias Socais Hídricas 6 – As possibilidades de cooperação do Combate à Seca com a Convivência com a semiaridez. OBS: Todos os itens estarão calcados em casos autênticos de conflitos do semiárido paraibano

Carga Horária: 04h

Vagas Disponíveis: 1

Data: 11/11/2016 Hora: 14h00 às 18h00 Local: Sala 05 Ementa: Minicurso teórico/prático sobre as técnicas de coleta e herborização de cactos: coleta em campo, montagem de prensa e preparação de exsicatas. Adicionalmente, fornecerá conhecimentos básicos sobre as técnicas de citogenética com coloração convencional (Giemsa) e diferencial (CMA/DAPI e FISH), e suas aplicações no estudo da taxonomia e evolução cariológica da família Cactaceae. Os conteúdos serão desenvolvidos por meio de apresentação oral, utilizando-se material didático impresso e de multimídia, e com demonstrações utilizando exemplares vegetais. Durante a apresentação, os participantes serão incentivados a fazer intervenções e a interagir com os ministrantes do minicurso para tirar dúvidas, complementar informações e trocar experiências.

Carga Horária: 04h

Vagas Disponíveis: 2

Data: 11/11/2016 Hora: 14h00 às 18h00 Local: Sala 06 Ementa: Nesta oficina serão trabalhados mecanismos que buscam a valorização de idéias transformadoras e inovadoras, oriundas de setores diversos da sociedade, que poderão ser aprimorados e validados cientificamente, resultando em novos serviços e equipamentos cujo valor tenha potencial de atrair empreendedores sociais.

Carga Horária: 04h

Vagas Disponíveis: 2

Data: 11/11/2016 Hora: 14h00 às 18h00 Local: Sala 08 Ementa: O presente mini curso tem como objetivo analisar e discutir com público interessado os conceitos de arte e cultura, relacionando-os à história de construção de representações identitárias do semiárido e Nordeste brasileiro. Pretendemos também abordar questões relacionadas aos modos de sentir, pensar, fazer e representar o semiárido por meio de diferentes linguagens: literatura, música, pinturas, esculturas e moda. Buscando uma experiência que proporcione uma maior articulação e inteiração entre conteúdos históricos e sociais e a identificação de suas variadas expressões no cotidiano do semiárido, integrando-se para resultados que podem ou possuem aspectos de inovação que se harmonizam com aspectos essenciais da identidade cultural e preservando seus mais importantes valores artísticos e culturais.

Carga Horária: 04h

Vagas Disponíveis: 7

Data: 11/11/2016 Hora: 14h00 às 18h00 Local: Sala 09 Ementa: As espécies vegetais e o homem, erosão genética das espécies, exploração desordenada de fronteiras agrícolas, patrimônio genético, a fruticultura brasileira, potencialidades e dificuldades, frutíferas nativas, a cultura do umbuzeiro, distribuição geográfica, situação atual e potencial, morfologia e fenologia, propagação, colheita e comercialização, a cultura da cajazeira, origem, ocorrência da cajazeira, importância socioeconômica, comercialização.

Carga Horária: 04h

Vagas Disponíveis: 2

Data: 11/11/2016 Hora: 14h00 às 18h00 Local: Sala 07 Ementa: Caracterização de turismo, efeito multiplicador, multidisciplinaridade, regionalização. Importância econômica do Turismo. Macro tendências internacionais do Turismo. Competitividade internacional do Turismo. Benefícios e impactos negativos do turismo. Conceitos de Sustentabilidade. O Turismo como ferramenta para promoção do Desenvolvimento Local. Relação do turismo com outras cadeias produtivas. Estratégias de inclusão sócio produtiva na cadeia do Turismo. Envolvimento social e comunitário nos serviços turísticos. O valor dos produtos locais no imaginário do Turista. Exemplos de inserção de produtos de base local na cadeia do Turismo. Valorização dos produtos locais na gastronomia para turistas. Empreendedorismo e protagonismo local. Atratividade do semiárido. Atividades turísticas potenciais no Semiárido. Desenvolvimento do turismo em base local no semiárido.

Carga Horária: 04h

Vagas Disponíveis: 1

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